convido a todos a visitar e adicionar aos vossos favoritos o blog Braga em Pormenor, onde poderão ver Braga de uma outra forma
Wednesday, 16 September 2009
Friday, 11 September 2009
Tuesday, 1 September 2009
Sunday, 30 August 2009
Grande socialista!
apesar de não ser este o tema crucial neste blog, não consigo resistir ao que a mandatária da juventude do PS, Carolina Patrocínio tem a dizer.
Saturday, 29 August 2009
Friday, 28 August 2009
Wednesday, 19 August 2009
Tuesday, 18 August 2009
Sunday, 16 August 2009
Monday, 13 July 2009
Saturday, 16 May 2009
Friday, 15 May 2009
Wednesday, 18 March 2009
Etiquetas:
interior,
Jardim Botânico,
PORTO
Sunday, 18 January 2009
Wednesday, 31 December 2008
Monday, 8 December 2008
INAUGURAÇÃO
Aproveito desda já para anunciar a todos a inauguração amanhã, dia 9 de Dezembro, pelas 9 horas (da noite), 9 minutos e 9 segundos do blogue 9's fora.
Um blogue onde cada um poderá enviar textos, desenhos,imagens, críticas, opiniões!
Participa!
vai a http://noves-fora.blogspot.com
Um blogue onde cada um poderá enviar textos, desenhos,imagens, críticas, opiniões!
Participa!
vai a http://noves-fora.blogspot.com
Monday, 1 December 2008
Friday, 28 November 2008
E a corda partiu
Encosto-me ao balcão, esperando lugar para nos sentarmos. Apenas uma mesa está livre mas sem cadeiras para todos. Esperamos. Poema surrealista. Pergunto onde é a casa de banho. O homem, de cigarrilha na boca e aspecto sombrio lá me diz a muito custo. Desço as escadas de madeiras, íngremes que serpenteiam até ao piso inferior. Páro em frente a uma parede de madeira, pintada a vermelho e pergunto me se será ali. É. O poema surrealista continua, na sua folha dobrada que passa de mão em mão, de dobra em dobra. Volto da casa de banho e a espera no balcão permanece firme. Na penumbra do fumo do tabaco, suspenso acima da minha cabeça, oiço as conversas que se cruzam, que se conhecem, que se encontram. Penso quando me poderei sentar. Está frio lá fora. Segundo as notícias (algo que já nem sei o que é) o Porto congelou. Se congelou ou não, isso não sei. Mas está frio sim. Mas lá fora. Nova folha do poema surrealista. Perguntam ao homem o porquê das paredes vazias. Nesse momento olho para elas e vejo a falta de algo, talvez de quadros, talves de uma exposição. É isso, falta uma exposição. Olho de novo para as parede de granito e imagino sucessões de imagens colocadas lá. Vagueio nesta ideia, de olhar efémero, enquanto oiço ecoando na minha mente o latejar das pessoas que falam à minha volta. Poema surrealista. Dobram a folha para que eu escreva. Olho para a frase que ficara registada: Campos verdejantes. Merda! Merda para os campos verdejantes que deles brotam tudo! Merda! Inverto a natureza e ponho os campos a sairem das árvores pousadas em coisa nenhuma. Assim, sim. Assim a natureza toma o seu verdadeiro ritmo, a sua verdadeira respiração. Falta agora deixar novo fio condutor ao próximo, que irá continuar este poema surrealista. Olho em volta. Vejo outra mesa vazia. Desta vez há cadeiras suficientes. Sentamo-nos e pedimos tremoços. Tremoços? SIM, tremoços. Os tremoços que não nascem do campo verdejante mas que, isso sim!, adubam a árvore. E chegam os tremoços. E comemos os tremoços até ao molho que os tempera. Só me apetece dizer ao homem da cigarrilha para me por tremoços num recipiente para os comer no resto dos meus dias. Páro. Mas afinal, nós estivemos à espera no balcão por lugares sentados por causa do queijo! Sim, já me lembro! Viemos por causa do queijo. Pedimos então o queijo. A conversa flui, à volta do tudo e do nada. O barulho das vozes é cortado pelo tossir do gajo que vai declamar as primeiras folhas do poema surrealista. Sobe para um banco e fala mais alto para os outros que ainda não o ouvem bem. E começa o poema, ou parte dele. E declama surrealismo, e declama dúvidas, e declama mamas, e declama merda, e declama, e delcama as sucessivas frases que foram escritas, que foram sendo coladas umas a seguir às outras e que de repente fazem sentido neste poema surrealista. Pára a leitura. Deixa o resto do poema para a próxima elevação no banco. Penso no que deverei escrever para a próxima frase que a próxima pessoa escreverá neste poema surrealista. Chega o queijo. Ou melhor, chega O queijo. Assado, em azeite e oregãos. Com a vontade de absorver até à última gota aquele prato, pego, fervoroso nas tostas e espalho por cima delas o queijo. Este sim, Este queijo sim é um campo verdejante! Em fracções de tempo o queijo desaparece e apenas a memória dele permanece no nosso paladar. O poema continua. Deixo o sabor do queijo permanecer na minha boca e penso no que escrever. Merda para o poema! Afinal, se há quem escreva mamas nas frases para aqui e para lá, também eu posso escrever o que quiser! Foda-se para isto! E a corda partiu.
Sunday, 16 November 2008
Saturday, 15 November 2008
Sunday, 27 July 2008
Tuesday, 24 June 2008
Sunday, 22 June 2008
Sunday, 15 June 2008
1ª lomo

esta é a minha primeira lomo!
e o melhor de tudo é que nem tive de a pagar. Foi uma prenda da Mapa Kyoto pelo cartaz da Feira de Artesanato Urbano.
Depois de gastar dois rolos e de uma selecção rigorisa e afincada, apresento aqui as primeiras fotos com a SuperSampler. Ainda não estão grande coisa e espero que o próximo rolo seja melhor.
Monday, 5 May 2008
Perguntar-me-ão porque é que não é o meu cão (Pablo) que está nas fotografias. A resposta é simples : ele não sabe estar quieto. Tem a impaciência da adolescência canina e logo que vê uma objectiva trata-a como a próxima refeição e logo tira-lhe o gosto, arrastando a longa língua pelo sensível vidro côncavo.
Ora estas fotografias, esta espécie de retrato, surgiram por acaso, quando estava sentado numa praça. Eu já estava a tirar fotografias, a preto e branco, e nada melhor que tirar a um cão, cujas únicas cores são o preto e o branco.
Tiradas as primeiras fotos, duas crianças aparecem e chamam : "Bia anda cá!".
Estava conhecido o nome, estava conhecida a identidade desta, até então ilustre desconhecida Dálmata, de seu nome Bia.
Ora estas fotografias, esta espécie de retrato, surgiram por acaso, quando estava sentado numa praça. Eu já estava a tirar fotografias, a preto e branco, e nada melhor que tirar a um cão, cujas únicas cores são o preto e o branco.
Tiradas as primeiras fotos, duas crianças aparecem e chamam : "Bia anda cá!".
Estava conhecido o nome, estava conhecida a identidade desta, até então ilustre desconhecida Dálmata, de seu nome Bia.
Thursday, 3 April 2008
Sunday, 23 March 2008
Saturday, 22 March 2008
Saturday, 15 March 2008
Tuesday, 25 December 2007
aviso a todos os interessados que encontrarão estas e muitas outras fotografias com qualidade bastantes superior no meu flickr - www.flickr.com/pharia
Sunday, 7 October 2007
Espero
Espero por ti que não chegas
por ti onde não sei
por ti como não sou
por ti por quem chorei
por ti por quem amei
espero
incessante sem vislumbre
da incerteza da chegada
da partida
espero
como quem espera
em lado algum
por ninguém
que não é quem eu sou.
Espero por ti que não chegas
por ti onde não sei
por ti como não sou
por ti por quem chorei
por ti por quem amei
espero
incessante sem vislumbre
da incerteza da chegada
da partida
espero
como quem espera
em lado algum
por ninguém
que não é quem eu sou.
Tuesday, 4 September 2007
Monday, 3 September 2007
Sunday, 12 August 2007
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